Nasceu em Belém (PA) em 1970. Formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia – Unama. Jornalista. Realizou as exposições individuais Solitude (1994), Hecate (1997), Passageiro (2005), Efêmera Paisagem (2009/2011), Sobre o Vazio (2011), Corte Seco (2013 em Belém e 2015 em Porto Alegre) com essas duas recebeu o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte e ainda Imêmores (voos) (2014), Súbita Vertigem (2015), a retrospectiva Fluxo (2016), Imêmores (docs) (2016/17), Sobre o Vazio (2017) Flux (em Durban-Corbiere, França em 2017), Timeline (2019) e Imêmores (_ _ _) (2019).
Tem participado de mostras coletivas no Brasil e exterior, como Evocaciones – mostra de videoarte em Art Lima (Perú), Neblina: A Fotografia no Acervo do MACRS, Usina do Gasômetro (RS), Coleção Itaú de Fotografia Brasileira (Rio de Janeiro e Belém), Salão Internacional de Fotografia Abelardo Rodrigues Antes – Havana/Cuba, Festival Internacional de Curtas de São Paulo, Desidentidad, no Instituto Valenciano de Arte Moderno, na Espanha, e Une Certaine Amazonie, em Paris, dentre outras.
Participou do Antarctica Artes com a Folha em 1996, Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural em 2009, Panorama da Arte Brasileira em 2011, em 2012 foi convidado para a 30a Bienal Internacional de São Paulo – A iminência das poéticas e em 2015 para a 10a Bienal do Mercosul – Mensagens de uma nova América.
Tem obras em acervos como o da Coleção Pirelli/MASP, Museu de Arte Contemporânea da USP – MAC/USP, MAC/RS – MAC Rio Grande do Sul, Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAM da Bahia, Museu de Arte do Rio – MAR, Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Rômulo Maiorana, Coleção de Fotografias da FNAC/SP, Coleção de Fotografias do Itaú Cultural, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Sistema Integrado de Museus do Pará e Museu de Arte Brasil Estados Unidos.
Tem publicados os livros Passageiro, Efêmera Paisagem, Corte Seco, Súbita Vertigem, Imêmores (voos) e Sobre o Vazio.

Danielle Fonseca

Belém, PA, 1975. Vive e trabalha em Belém, PA. Representada pela Kamara Kó Galeria. Indicada ao PIPA 2016. Sua poética é composta a partir de elementos da literatura, poesia, filosofia, de música e da paisagem. Participa de exposições, projetos artísticos e literários. A artista possui obras em acervos de: Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília; Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas – Belém/PA; Museu de Arte de Belém (MABE) – Belém/PA; Museu de Arte do Rio (MAR) – Rio de Janeiro/RJ; Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) – Curitiba/PR; Museu de Artes Plásticas de Anápolis – Anápolis/GO; Fundação Rômulo Maiorana -Belém/PA; Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) – Porto Alegre/RS. Lançou em 2021 o primeiro livro “Nenhum outro som no ar pra que todo mundo ouça” de poesia e prosa (Edição da Autora). Realizou Exposições Individuais: “A Dama do Mar não sente ciúmes”, Casa das Artes- Belém/PA, 2020; “Os Flutuantes: da narrativa às esculturas para a paisagem”, Kamara Kó Galeria – Belém/PA, 2017; “Nossos passo fazem jorrar a sede”, Centro Cultural São Paulo – São Paulo/SP, 2015; “Contraia os olhos: subitamente o ar parece estar mais salgado”, Kamara Kó Galeria – Belém/PA, 2013. Mostras Coletivas destacam-se: “Salão de Arte em Pequenos Formatos do MABRI”, Britânia (GO)/ 2020;“Triangular: arte deste século”, na Casa Niemeyer, Brasília/DF
(2020); VAIVÉM”, Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo/SP, Brasília/DF, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG, 2019/2020; Salão Anapolino de Arte – Anápolis/GO, 2019; “Porta de Banheiro”, Centro Cultural São Paulo – São Paulo/SP, 2018; “Entre Acervos. Arte Contemporáneo brasileño”, Centro Cultural Rector Ricardo Rojas – Buenos Aires/Argentina, 2018; “Entre Acervos”, Palácio das Artes – Belo Horizonte/MG, 2018; “Do Ponto ao Pixel”, MABEU – Belém/PA, 2018; Projeto “Amazonian Video Art”, Centre for Contemporary Arts” – Glasgow/Escócia, 2016; “Brasil: Ficciones”, Espaço Tangente – Burgos/Espanha, 2016; “Film and video programme SET TO GO”, Contemporary Art Centre – Vilnius/Lituânia, 2015/2016, SINNE – Helsinki/Finlândia, 2015; “Outra Natureza”, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa – Lisboa/Portugal, 2015; Mostra “Brasil: Ficções”, Armazém do Chá – Porto/Portugal, 2015; “Pororoca: A Amazônia no MAR”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ, 2014; Exposição “Triangulações”, CCBEU/PA – Belém/PA, Pinacoteca de Alagoas – Maceió/AL, MAM-BA – Salvador/BA, 2014; “Com Licença Poética”, MUFPA – Belém/PA, 2014; “Deslize”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ.

Elisa Arruda

Elisa Arruda (1987) é uma artista nascida na região amazônica do Brasil, em Belém do Pará. É Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2017) e atualmente vive e trabalha entre Belém e São Paulo.
O interesse poético de Elisa tem como cerne o corpo e o espaço como abrigo. Atentando para as formas de abrigar um corpo, a necessidade de proteção frente à auto-exposição e a fragilidade em contraponto à resistência. A noção de abrigo pode se dar seja pela paisagem no sentido amplo de espaço extra- corpóreo, seja pelo espaço imaterial — lembranças e resquicios imaginais daquilo que se vive. Elisa elabora essas questões em seu trabalho.
Os temas ligados à memória, laços de afeto, fragilidades, rupturas, maternidade, casa, habitação e vida cotidiana estão subscritos em sua produção.
Indicada ao Prêmio PIPA 2021. Foi premiada recentemente pelo 1 Prêmio Marcello Grassmann – Artes Gráficas (2021), pelo Edital de Pautas do Espaço Cultural do Banco da Amazônia (2021), participou do 48 Salão Sacilotto (2020), Salão de Itajaí(2018) e a Bolsa de Pesquisa e Experimentação da Casa das Artes do Pará (2017). Realizou exposições individuais sob a curadoria de Alexandre Sequeira (PA), Vânia Leal (PA), Julia Lima (SP), Renato de Cara (SP) e Yohana Junker (EUA).

Alberto Bittar

Nasceu em Belém (PA) em 1970. Formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia – Unama. Jornalista. Realizou as exposições individuais Solitude (1994), Hecate (1997), Passageiro (2005), Efêmera Paisagem (2009/2011), Sobre o Vazio (2011), Corte Seco (2013 em Belém e 2015 em Porto Alegre) com essas duas recebeu o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte e ainda Imêmores (voos) (2014), Súbita Vertigem (2015), a retrospectiva Fluxo (2016), Imêmores (docs) (2016/17), Sobre o Vazio (2017) Flux (em Durban-Corbiere, França em 2017), Timeline (2019) e Imêmores (_ _ _) (2019).
(2020); VAIVÉM”, Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo/SP, Brasília/DF, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG, 2019/2020; Salão Anapolino de Arte – Anápolis/GO, 2019; “Porta de Banheiro”, Centro Cultural São Paulo – São Paulo/SP, 2018; “Entre Acervos. Arte Contemporáneo brasileño”, Centro Cultural Rector Ricardo Rojas – Buenos Aires/Argentina, 2018; “Entre Acervos”, Palácio das Artes – Belo Horizonte/MG, 2018; “Do Ponto ao Pixel”, MABEU – Belém/PA, 2018; Projeto “Amazonian Video Art”, Centre for Contemporary Arts” – Glasgow/Escócia, 2016; “Brasil: Ficciones”, Espaço Tangente – Burgos/Espanha, 2016; “Film and video programme SET TO GO”, Contemporary Art Centre – Vilnius/Lituânia, 2015/2016, SINNE – Helsinki/Finlândia, 2015; “Outra Natureza”, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa – Lisboa/Portugal, 2015; Mostra “Brasil: Ficções”, Armazém do Chá – Porto/Portugal, 2015; “Pororoca: A Amazônia no MAR”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ, 2014; Exposição “Triangulações”, CCBEU/PA – Belém/PA, Pinacoteca de Alagoas – Maceió/AL, MAM-BA – Salvador/BA, 2014; “Com Licença Poética”, MUFPA – Belém/PA, 2014; “Deslize”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ,

Nasceu em Belém (PA) em 1970. Formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia – Unama. Jornalista. Realizou as exposições individuais Solitude (1994), Hecate (1997), Passageiro (2005), Efêmera Paisagem (2009/2011), Sobre o Vazio (2011), Corte Seco (2013 em Belém e 2015 em Porto Alegre) com essas duas recebeu o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte e ainda Imêmores (voos) (2014), Súbita Vertigem (2015), a retrospectiva Fluxo (2016), Imêmores (docs) (2016/17), Sobre o Vazio (2017) Flux (em Durban-Corbiere, França em 2017), Timeline (2019) e Imêmores (_ _ _) (2019).
Tem participado de mostras coletivas no Brasil e exterior, como Evocaciones – mostra de videoarte em Art Lima (Perú), Neblina: A Fotografia no Acervo do MACRS, Usina do Gasômetro (RS), Coleção Itaú de Fotografia Brasileira (Rio de Janeiro e Belém), Salão Internacional de Fotografia Abelardo Rodrigues Antes – Havana/Cuba, Festival Internacional de Curtas de São Paulo, Desidentidad, no Instituto Valenciano de Arte Moderno, na Espanha, e Une Certaine Amazonie, em Paris, dentre outras.
Participou do Antarctica Artes com a Folha em 1996, Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural em 2009, Panorama da Arte Brasileira em 2011, em 2012 foi convidado para a 30a Bienal Internacional de São Paulo – A iminência das poéticas e em 2015 para a 10a Bienal do Mercosul – Mensagens de uma nova América.
Tem obras em acervos como o da Coleção Pirelli/MASP, Museu de Arte Contemporânea da USP – MAC/USP, MAC/RS – MAC Rio Grande do Sul, Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAM da Bahia, Museu de Arte do Rio – MAR, Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Rômulo Maiorana, Coleção de Fotografias da FNAC/SP, Coleção de Fotografias do Itaú Cultural, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Sistema Integrado de Museus do Pará e Museu de Arte Brasil Estados Unidos.
Tem publicados os livros Passageiro, Efêmera Paisagem, Corte Seco, Súbita Vertigem, Imêmores (voos) e Sobre o Vazio.

Danielle Fonseca

Belém, PA, 1975. Vive e trabalha em Belém, PA. Representada pela Kamara Kó Galeria. Indicada ao PIPA 2016. Sua poética é composta a partir de elementos da literatura, poesia, filosofia, de música e da paisagem. Participa de exposições, projetos artísticos e literários. A artista possui obras em acervos de: Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília; Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas – Belém/PA; Museu de Arte de Belém (MABE) – Belém/PA; Museu de Arte do Rio (MAR) – Rio de Janeiro/RJ; Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) – Curitiba/PR; Museu de Artes Plásticas de Anápolis – Anápolis/GO; Fundação Rômulo Maiorana -Belém/PA; Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) – Porto Alegre/RS. Lançou em 2021 o primeiro livro “Nenhum outro som no ar pra que todo mundo ouça” de poesia e prosa (Edição da Autora). Realizou Exposições Individuais: “A Dama do Mar não sente ciúmes”, Casa das Artes- Belém/PA, 2020; “Os Flutuantes: da narrativa às esculturas para a paisagem”, Kamara Kó Galeria – Belém/PA, 2017; “Nossos passo fazem jorrar a sede”, Centro Cultural São Paulo – São Paulo/SP, 2015; “Contraia os olhos: subitamente o ar parece estar mais salgado”, Kamara Kó Galeria – Belém/PA, 2013. Mostras Coletivas destacam-se: “Salão de Arte em Pequenos Formatos do MABRI”, Britânia (GO)/ 2020;“Triangular: arte deste século”, na Casa Niemeyer, Brasília/DF
(2020); VAIVÉM”, Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo/SP, Brasília/DF, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG, 2019/2020; Salão Anapolino de Arte – Anápolis/GO, 2019; “Porta de Banheiro”, Centro Cultural São Paulo – São Paulo/SP, 2018; “Entre Acervos. Arte Contemporáneo brasileño”, Centro Cultural Rector Ricardo Rojas – Buenos Aires/Argentina, 2018; “Entre Acervos”, Palácio das Artes – Belo Horizonte/MG, 2018; “Do Ponto ao Pixel”, MABEU – Belém/PA, 2018; Projeto “Amazonian Video Art”, Centre for Contemporary Arts” – Glasgow/Escócia, 2016; “Brasil: Ficciones”, Espaço Tangente – Burgos/Espanha, 2016; “Film and video programme SET TO GO”, Contemporary Art Centre – Vilnius/Lituânia, 2015/2016, SINNE – Helsinki/Finlândia, 2015; “Outra Natureza”, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa – Lisboa/Portugal, 2015; Mostra “Brasil: Ficções”, Armazém do Chá – Porto/Portugal, 2015; “Pororoca: A Amazônia no MAR”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ, 2014; Exposição “Triangulações”, CCBEU/PA – Belém/PA, Pinacoteca de Alagoas – Maceió/AL, MAM-BA – Salvador/BA, 2014; “Com Licença Poética”, MUFPA – Belém/PA, 2014; “Deslize”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ.

Elisa Arruda

Elisa Arruda (1987) é uma artista nascida na região amazônica do Brasil, em Belém do Pará. É Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2017) e atualmente vive e trabalha entre Belém e São Paulo.
O interesse poético de Elisa tem como cerne o corpo e o espaço como abrigo. Atentando para as formas de abrigar um corpo, a necessidade de proteção frente à auto-exposição e a fragilidade em contraponto à resistência. A noção de abrigo pode se dar seja pela paisagem no sentido amplo de espaço extra- corpóreo, seja pelo espaço imaterial — lembranças e resquicios imaginais daquilo que se vive. Elisa elabora essas questões em seu trabalho.
Os temas ligados à memória, laços de afeto, fragilidades, rupturas, maternidade, casa, habitação e vida cotidiana estão subscritos em sua produção.
Indicada ao Prêmio PIPA 2021. Foi premiada recentemente pelo 1 Prêmio Marcello Grassmann – Artes Gráficas (2021), pelo Edital de Pautas do Espaço Cultural do Banco da Amazônia (2021), participou do 48 Salão Sacilotto (2020), Salão de Itajaí(2018) e a Bolsa de Pesquisa e Experimentação da Casa das Artes do Pará (2017). Realizou exposições individuais sob a curadoria de Alexandre Sequeira (PA), Vânia Leal (PA), Julia Lima (SP), Renato de Cara (SP) e Yohana Junker (EUA).

Alberto Bittar

Nasceu em Belém (PA) em 1970. Formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia – Unama. Jornalista. Realizou as exposições individuais Solitude (1994), Hecate (1997), Passageiro (2005), Efêmera Paisagem (2009/2011), Sobre o Vazio (2011), Corte Seco (2013 em Belém e 2015 em Porto Alegre) com essas duas recebeu o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte e ainda Imêmores (voos) (2014), Súbita Vertigem (2015), a retrospectiva Fluxo (2016), Imêmores (docs) (2016/17), Sobre o Vazio (2017) Flux (em Durban-Corbiere, França em 2017), Timeline (2019) e Imêmores (_ _ _) (2019).
(2020); VAIVÉM”, Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo/SP, Brasília/DF, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG, 2019/2020; Salão Anapolino de Arte – Anápolis/GO, 2019; “Porta de Banheiro”, Centro Cultural São Paulo – São Paulo/SP, 2018; “Entre Acervos. Arte Contemporáneo brasileño”, Centro Cultural Rector Ricardo Rojas – Buenos Aires/Argentina, 2018; “Entre Acervos”, Palácio das Artes – Belo Horizonte/MG, 2018; “Do Ponto ao Pixel”, MABEU – Belém/PA, 2018; Projeto “Amazonian Video Art”, Centre for Contemporary Arts” – Glasgow/Escócia, 2016; “Brasil: Ficciones”, Espaço Tangente – Burgos/Espanha, 2016; “Film and video programme SET TO GO”, Contemporary Art Centre – Vilnius/Lituânia, 2015/2016, SINNE – Helsinki/Finlândia, 2015; “Outra Natureza”, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa – Lisboa/Portugal, 2015; Mostra “Brasil: Ficções”, Armazém do Chá – Porto/Portugal, 2015; “Pororoca: A Amazônia no MAR”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ, 2014; Exposição “Triangulações”, CCBEU/PA – Belém/PA, Pinacoteca de Alagoas – Maceió/AL, MAM-BA – Salvador/BA, 2014; “Com Licença Poética”, MUFPA – Belém/PA, 2014; “Deslize”, Museu de Arte do Rio – Rio de Janeiro/RJ,